Livros de plástico

Os alunos de informática das escolas técnicas vinculadas ao Centro Paula Souza, de São Paulo, estão usando livros produzidos com plástico reciclado. As folhas parecem papel-cuchê, geralmente empregados em revistas e possibilita escrever normalmente, mas não rasga  ou absorve líquidos.  A instituição comprou 170 toneladas de papel de plástico e mandou imprimir mais de 260 mil livros didáticos.

A folha sintética é uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Ufscar) em parceria com engenheiros da empresa de embalagens Vitopel.  O material pode ser usado em rótulos, encartes, outdoors, etiquetas e convites, mas o custo ainda é alto. Uma folha de papel de plástico sai por cerca de R$ 8, quatro vezes mais que o papel-cuchê, com características equivalentes e a impressão também é mais cara.

Fonte: FRANCO, Mariana. A lição ecológica do livro de plástico. ÉPOCA. São Paulo,  n.643, p. 120-131, 13 set. 2010

Menor Alcorão

O Libanês Hassan Abed Rabbo é o proprietário da menor versão do Alcorão, livro sagrado dos mulçumanos.
A obra tem 2,4 cm de altura, 1,9 cm de largura e 604 páginas decoradas com tinta de ouro.
Rabbo herdou a obra de sua avó.

JOSEPH EID/AFP

JOSEPH EID/AFP

 Fonte: Jornal da Tarde, 04.09.2010

Venezuelano morre em greve de fome

O agricultor venezuelano Franklin Brito morre de parada respiratória, aos 49 anos, em conseqüência da greve de fome iniciada em dezembro para exigir do governo a devolução de suas terras. Estava pesando 35 kg. A propriedade de Brito foi tomada pelo Estado, em 2003, como parte de uma expropriação do governo para recuperar terras supostamente ociosas.

EFE

EFE

Chávez não se pronunciou sobre a morte do agricultor, que ocorre em um momento crucial da campanha para as eleições legislativas nas quais o presidente buscará garantir maioria no parlamento.

Fonte: O Estado de S. Paulo, 05.09.2010