Guia do estudante

O Guia é uma série de publicações preparatória para as provas do Enem e vestibulares.

Ogo_01_enem2Guia do estudante Enem 2017

O objetivo do guia é ajudar o aluno a priorizar matérias, pontos fáceis, redação e estratégia. Conhecer melhor algumas características peculiares do exame, o cálculo da nota e as múltiplas funções do Enem para ingresso em universidades públicas, bolsas de estudos e financiamentos em instituições particulares. Gráficos explicativos sobre o funcionamento da Lei das cotas, Prouni, Fies, Mobilidade e outros

Ogo_01_fuvestGuia do estudante Fuvest 2018

Os temas de cada matéria que você deve priorizar, treinamento, leitura, as notas necessárias passar via Fuvest e via Sisu.
Na primeira seção, a Universidade, você vai conhecer melhor toda a estrutura da USP e as opções de carreiras. Na segunda, o Vestibular, terá detalhes de como funcionam os processos seletivos. Na terceira e última seção, Exame, apresenta os temas mais pedidos nas provas dos últimos anos e o resumo e análise das nove obras literárias obrigatórias.

Revisão com fichas resumo e exercícios no final de cada capítulo para fixar a matéria; conteúdo com linguagem fácil, ideal para quem estuda sozinho.

Revisão com fichas resumo e exercícios no final de cada capítulo para fixar a matéria; conteúdo com linguagem fácil, ideal para quem estuda sozinho.

Cartografia, listosfera, hidrosfera, atmosfera, biosfera, atlas. Imagens de satélite contra a pobreza. Fotos noturnas feitas do espaço são uma nova ferramenta para medir níveis de desenvolvimento no planeta e identificar as regiões mais carentes.

Cartografia, listosfera, hidrosfera, atmosfera, biosfera, atlas. 

Fique de olho nas efemérides em 2017. Efemérides é o nome para datas em que são lembrados fatos relevantes ocorridos 10, 50 ou 100 anos atrás. Como a reforma protetante em 1517, início da guerra pela Independência das colônias espanholas na Améria em 1817.

Fique de olho nas datas em que são lembrados fatos relevantes ocorridos 10, 50 ou 100 anos atrás.

Conceitos sobre a estrutura da matéria, tranformações, cálculos químicos matéria e energia, equilíbrio químico, compostos orgânicos

Conceitos sobre a estrutura da matéria, tranformações, cálculos químicos matéria e energia, equilíbrio químico, compostos orgânicos

Ogo_01_enemSuperguia completo para passar no Enem
Autores: Murilo Oliveira de Castro Coelho e Silvane de Sousa Verch
Editora: Instituto Brasileiro de Cultura, 2017.
ISBN 9788543218397

Treine com a teoria aplicada à prática, linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e redação, veja a análise das redações de 2015 e 2016.

Platão e a formação de seu pensamento

Fonte: Revista de Filosofia.

Platão passou a ter interesses pela filosofia por meio de Sócrates.

Por Ana Elizabeth Cavalcanti

Além de ter tido uma educação esmerada, Platão sofreu influências do ambiente em que viveu até a maturidade. Quando conheceu Sócrates, passou a apreciar a filosofia e, assim, absorveu o conhecimento de seu mestre, além de teorias de outros filósofos. Diversos estudos sobre a Filosofia Ocidental determinam que ela sofreu influências do pensamento Oriental. Estas ideias geralmente estão ligadas a muitas teorias elaboradas por Platão. Entretanto, existem poucas pesquisas aprofundadas sobre este tema.

O autor Manuel Garcia Morente em Fundamentos da Filosofia (Mestre Jou), considera que Platão também se inspirou nos pensadores gregos. Ele “soube buscar inspiração em todas as correntes do pensamento pré-socrático, selecionando e assimilando o que lhe parecia importante e de acordo com suas próprias ideias filosóficas. Depois dos pré-socráticos temos a influência fundamental de Sócrates. Finalmente poderemos acrescentar a provável contribuição de Aristóteles que, com seu discípulo genial, terá, sem dúvida despertado no mestre a atenção para determinados pontos doutrinários”.

Leia o artigo completo na Revista de Filosofia. Grandes temas do conhecimento, n.55.

Fonte: CAVALCANTI, Ana Elizabeth. Platão e a formação de seu pensamento. Revista de Filosofia, São Paulo, n.55, p. 44- 47, [2017]. Biografia.

Memórias de viagem

por Débora Zanelato

Os registros das férias podem ir além da fotografia. Exercitando nossos sentidos, os destinos se transforma em lembranças ainda mais valiosas

A americana Lauren Hom tomou uma decisão radical e decidiu experimentar um novo jeito de registrar sua viagem por 18 países. Criou o projeto No Photos, Please e se comprometeu a não fazer nenhuma selfie. Ela usou desenhos e a caligrafia para memorizar sua passagem por São Paulo, Bali, Kelara, Cusco entro outras cidades. Lauren aprendeu a observar com mais atenção cada lugar por onde passou, além de desenvolver melhor seu traço como ilustradora tipográfica.

Leia o artigo completo na Revista Viver Simples, 184. ed., jun. 2017.-

 

Ilustração de Lauren Hom

Ilustração de Lauren Hom

Ilha Incahuasi, em Uyni, Bolívia, ilustrada por  Thales Molina

Ilha Incahuasi, em Uyuni, Bolívia, ilustrada por
Thales Molina

Fonte: ZANELATO, Débora. Memórias de viagem. Vida Simples, São Paulo, 184. ed., p. 30-35, jun. 2017, Pensar.

A invenção do teatro

Teatro1Por Sílvia Lisboa

Tudo começou com coros, que percorriam as cidades para homenagear Dionísio, o deus do vinho. Até que um dos integrantes decidiu colocar uma máscara e encarar o próprio deus. Era o início da tragédia, da comédia e da figura do ator.

Havia mais de 80 festivais na Grécia do século 5 a.C. Um deles, o Dionísio Citadina, homenageava um dos personagens mais famosos da mitologia grega, Dionísio, o deus do vinho, com procissões animadas. Eram coros formados por 50 integrantes chamados à época de ditirambos (que significa “hino em uníssono”). Vestidos de sátiros (criaturas metade homem, metade bode), empunhando falos de madeira e bronze e tocando tambores e flautas, eles entoavam cantos ao deus fanfarrão.

Como não podia deixar de ser, as odes a Dionísio eram regadas a vinho, e a coisa ia ficando mais animada à medida que a embriaguez tomava conta do coro. O estímulo etílico à criatividade foi sofisticando as procissões, que passaram a incluir danças, cenas e declamação. Até que um dia, em meados do século 4 a.C., Tépsis de Icárion, que atuava como corifeu, responsável por dirigir o coro e dialogar com a plateia, encarnou Dionísio usando uma máscara. Nascia ali o primeiro ator de teatro de que se tem notícia, em grego, hypokrites, que significa “interprete” – a raiz da palavra hipocrisia em português. Surgia também a tragédia e a comédia, dependendo do tom assumido pela história.

Fonte: LISBOA, Sílvia; NEVES, Caco. A invenção do teatro. Dossiê Super Interessante, São Paulo, p. 58-59, mar. 2017

Vikings

Viki_navioArqueólogos revelam: eles eram ainda mais violentos do que se sabia. E viajavam para muito, muito longe.

Com o uso de ponta, imagens obtidas por s
atélite, estudos genéticos, análises de isótopos, arqueólogos e pesquisadores vêm colhendo informações surpreendentes. Na Estônia os cientistas estudam dois barcos, enterrados com guerreiros mortos, que trazem esclarecimentos sobre as circunstâncias em que surgiram os vikings. Na Suécia, os restos mortais de uma mulher que comandava tropas, estudam o papel das mulheres vikings na guerra. E na Rússia historiadores estão rastreando as rotas dos traficantes de escravos, revelando a importância do cativeiro humano na economia viking. Os estudos recentes traçam um quadro inédito das ambições e do impacto cultural desses intrépidos navegadores. Desde as suas terra de origem na Escandinávia, entre os mares Báltico e do Norte, os vikings saíram em busca de fortuna em meados do século 8, explorando boa parte da Europa no decorrer dos 300 anos seguintes. Eles chegaram a 37 ou mais países atuais, desde do Afeganistão até o Canadá.

Leia mais na Revista National Geographic Brasil, mar. 2017.

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Fonte: PRINGLE, Heather; CLARK, Robert; GUTTENFELDER, David. A volta dos vikings. National Geographic Brasil, São Paulo, v. 17, n. 204, p. 28-57, mar. 2017.-

Fatos favoritos e falsos

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Por David McCandless

Refutação de 36 mitos famosos.

História
Napoleão era baixinho. Conversa fiada. Com 1,67 m, ele estava um pouco acima da média de altura dos franceses da época.
Chifres de vikings. Os elmos foram criados por um figurinista do século 19 para uma ópera de Wagner.

Ciência
Rotação da água. A descarga do vaso sanitário não gira ao contrário no hemisfério norte.
Buracos negros. Não são “buracos” de verdade, mas objetos densíssimos com imensa força gravitacional.

Natureza
Cães suam salivando. Não. Eles regulam a temperatura ofegando. Na verdade, os cães suam pelas almofadas dos pés.
Touros odeiam vermelho. Touros não exgregam cores. Na verdade, eles percebem como ameaça os movimentos da capa do toureiro.

Veja mias na Revista Seleções, março/ 2017.

Fonte: MCCANDLESS, David. 36 fatos favoritos e falsos.  Seleções, Rio de Janeiro, v.141, n.902, p. 80-83, mar. 2017.

Obras para a FUVEST 2017

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pelo processo seletivo da Universidade de São Paulo e da Santa Casa, divulga todos os anos uma lista de obras literárias que serão cobradas em suas provas.

Conheça as obras obrigatórias abaixo:

FUVEST 2017

  • Iracema– José de Alencar;
  • Memórias póstumas de Brás Cubas– Machado de Assis;
  • O cortiço– Aluísio Azevedo;
  • A cidade e as serras– Eça de Queirós;
  • Capitães da Areia– Jorge Amado;
  • Vidas secas– Graciliano Ramos;
  • Claro enigma– Carlos Drummond de Andrade;
  • Sagarana– João Guimarães Rosa;
  • Mayombe– Pepetela.

FUVEST 2018

  • Iracema– José de Alencar;
  • Memórias póstumas de Brás Cubas– Machado de Assis;
  • O cortiço– Aluísio Azevedo;
  • A cidade e as serras– Eça de Queirós;
  • Vidas secas– Graciliano Ramos;
  • Minha vida de menina– Helena Morley;
  • Claro enigma– Carlos Drummond de Andrade;
  • Sagarana– João Guimarães Rosa;
  • Mayombe– Pepetela.

FUVEST 2019

  • Iracema– José de Alencar;
  • Memórias póstumas de Brás Cubas– Machado de Assis;
  • A relíquia– Eça de Queirós;
  • O cortiço– Aluísio Azevedo;
  • Vidas secas– Graciliano Ramos;
  • Minha vida de menina– Helena Morley;
  • Claro enigma– Carlos Drummond de Andrade;
  • Sagarana– João Guimarães Rosa;
  • Mayombe– Pepetela.

Fonte: http://www.fuvest.br/vest2017/informes/ii012017.html

 

As 8 inteligências

Por Julia MoióliRev_super_blo

A ciência questiona os métodos mias comuns de avaliar a capacidade humana. Para o psicólogo Howard Gardner, que ficou conhecido como o “pai das inteligências múltiplas”, há oito tipos diferentes de brilhantismo e todos são importantes para uma sociedade sadia.

  • Lógico-matemática
    É a habilidade para resolver equações, cálculos, problemas abstratos. Ela é típica de quem manda bem em contas, em lógica e em estratégia.
    Famosos: Albert Einstein, Isaac Newton, Mark Zuckerberg, Stephen Hawking.
  • Linguística
    Este tipo de inteligência permite analisar informações e desenvolver produtos de linguagem escrita e oral, como discursos e livros, comunicando grandes ideias da melhor forma.
    Famosos: Cecília Meirelles, Gabriel García Márquez, Tom Wolfe, William Shakespeare.
  • Musical
    Permite  a uma pessoa produzir, recordar e estabelecer sentido em diferentes padrões de som. A sensibilidade musical se manifesta ao ouvir, cantar, compor e tocar instrumentos.
    Famosos: Tom Jobim., Wolfgang Amadeus Mozart, Ludvig van Beethoven.
  • Naturalística
    Típica daqueles que têm uma forte ligação com a natureza e uma habilidade incomum para identificar animais, plantas, formações climáticas e outros elementos do mundo natural.
    Famosos: Charles Darwin, Alexander von Humboldt, Aziz Ab’Saber, Chico Mendes.
  • Corporal-cinestésica
    É a capacidade de usar o  próprio corpo (e seus movimentos) para solucionar problemas ou criar produtos. É a mais requisitada nos craques do futebol, ginastas, bailarinos e artista em geral.
    Famosos: Lionel Messi, Marta, Maryl Streep, Michael Phelps.
  • Espacial
    As pessoas com esta inteligência têm a habilidade para reconhecer o espaço e pensar em termos de cores, formas e medidas, manipulando tanto as grandes quanto as pequenas imagens.
    Famosos: Oscar Niemeyer, Coco Chanel, Pablo Picasso, Santos Dumont.
  • Interpessoal
    É a capacidade de reconhecer e trabalhar os desejos e humores dos outros. Ela é útil para atividades em grupos como gerência de equipes.
    Famosos: Papa Francisco, Marília Gabriela, Winston Churchill, Mahatma Gandhi.
  • Intrapessoal
    O indivíduo com este tipo de inteligência procura se autoconhecer. São pessoas com grande grau de autonomia, capazes de reconhecer suas próprias intenções, motivações e opiniões, possuem a capacidade de refletir a condição humana seja por meio de textos filosóficos ou romances.
    Famosos: Machado de Assis, Ernest Hemingway, Friedrich Nietzsche, Simone de Beauvoir.

Veja mais na revista Mundo Estranho, ed. 191, fev. 2017.

Fonte: MOIÓLI, Julia, et al. As 8 inteligências: qual é a sua?. Mundo Estranho, São Paulo, ed. 191,  p. 18 – 27, fev. 2017.

Ano do Galo

Galo_capaSegundo a lenda, Buda convidou todos os animais para uma festa de Ano Novo e apenas 12 compareceram. Como recompensa deu o nome de cada animal a um ano, por ordem de chegada começando com o porco e terminando com o rato.

O ano novo Chinês começa em 28 de janeiro de 2017 e termina em 15 de fevereiro de 2018, é o Ano do Galo regido pelo elemento Fogo. Segundo o horóscopo é um ano que favorece a impulsividade, a coragem, a confiança e a sinceridade, mas vai ser bom período para o amor e os negócios.

Características:

Anos: 1921, 1933, 1945, 1957, 1969, 1981, 1993, 2005, 2017, 2029.
Cores: ouro, marrom, amarelo.
Números da sorte:  5,7 e 8.
Personalidade: Pessoas nascidas em um ano do Galo são ativas, talentosas, charmosas, observadoras, divertidas, honestas, populares e gostam de ser o centro das atenções.

Fonte: Previsões do Horóscopo Chinês para 2017: o Ano do Galo. Dino, 12 dez. 2016, Terra Notícias.  Disponível em: <https://noticias.terra.com.br/dino/previsoes-do-horoscopo-chines-para-2017-o-ano-do-galo,492c45f105083b325618279d5cfbb284o4royyxf.html>. Acesso em: 18 jan. 2017.

A história do Natal

O Natal é tão antigo quanto a civilização.

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Fonte: Super Interessante / História

A história do Natal começa a cerda de 7 mil anos antes do nascimento de Jesus e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro.  É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.

Em  Roma, século 2, no dia 25 de dezembro, a população homenageia o nascimento do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. O culto a Mitra chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

Os fiéis de Roma queriam fazer comemorações no solstício e era de interesse da dos chefes da Igreja marcar uma celebração cristã nessa época. Em 221 d.C., o historiador cristão Sextus Julius Africanus definiu o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado.

Leia artigo completo no site e a história do Papai Noel

Fonte: VERSIGNASSI, Alexandre. MINAMI, Thiago. A verdadeira história do Natal. Super Interessante, São Paulo, 31 out. 2016. Disponível em: <http://super.abril.com.br/historia/a-verdadeira-historia-do-natal/>. Acesso em 12 nov. 2016.